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PHDA

O que é PHDA (Perturbação da Hiperatividade e Défice de Atenção)?

A literatura científica indica que uma em cada cinco crianças possui uma doença mental diagnosticável, tal como a PHDA. Estas crianças não são corretamente diagnosticadas, sendo apenas categorizadas como malcomportadas. Na presença de uma doença mental, o seu comportamento não é propositado e elas precisam da nossa ajuda para ultrapassar as suas dificuldades.

A PHDA é uma doença do neurodesenvolvimento, com vários sintomas, que afeta significativamente o dia-a-dia da criança e da sua família. Os sintomas iniciam-se geralmente entre os 6 e os 12 anos de idade e não são de fácil diagnóstico. De facto, entre 30 a 50% das crianças com PHDA continua a manifestar sintomas na sua vida adulta se não forem tratados de uma forma eficaz, influenciando assim as suas vidas profissionais e pessoais.

Por outro lado, verificam-se frequentemente casos em que outras problemáticas, tal como situações de ansiedade ou perturbação desafiante do comportamento, são diagnosticadas erroneamente como PHDA, levando a uma intervenção inadequada que pode até incluir medicação desnecessária.

Sintomas comuns de crianças com PHDA incluem:

  • Atraso na fala e linguagem escrita
  • Esquecimento, perda recorrente de objetos
  • Distração com facilidade, dificuldade em sustentar o foco numa tarefa, deixando muitas tarefas inacabadas
  • Dificuldade em manter a atenção, em organizar ou completar uma tarefa, e adquirir novas aprendizagens
  • Dificuldades em acabar ou entregar trabalhos de casa
  • Apresentar ausência aparente em interação com outros, interrompendo conversas alheias
  • Divagar mentalmente (“estar com a cabeça nas nuvens”)
  • Propensão para a confusão e dificuldades em processar informação de uma forma rápida e precisa
  • Dificuldade em seguir instruções
  • Verborreia (discurso fluido e ininterrupto inconveniente)
  • Dificuldades em manter-se sentado durante longos períodos de tempo e tendência para agitação motora
  • Impaciência e dificuldades no controlo da raiva
  • Dificuldades em competências sociais, tais como a interação social (fazer e manter amizades)
  • Propensão para o aborrecimento

 

Os desafios que se apresentam quando lidamos com crianças problemáticas são vários. Primeiramente, usando apenas a observação comportamental e as entrevistas psicológicas – que constituem os métodos mais comuns de diagnóstico – é difícil elaborar uma conclusão correta, levando geralmente a protocolos de tratamento inadequados. Em segundo lugar, os tratamentos comuns – que são constituídos por intervenções comportamentais e medicação de prescrição – não providenciam os resultados desejados. Apesar da possibilidade de melhorias, se a PHDA for acentuada, os sintomas associados poderão não responder a nenhum destes métodos. Adicionalmente, poderá ser desenvolvida uma tolerância aos medicamentos, levando a uma prescrição de dosagens superiores ou de medicamentos adicionais, podendo eventualmente conduzir a efeitos secundários e dependência ou abuso destas drogas.

Como podemos agir sobre a PHDA?

Aqui na Clínica Neuro Improve, depois de uma análise comportamental, iremos quantificar a atividade cerebral, que indica objetivamente se a criança tem ou não problemas neurológicos. A combinação da avaliação neurológica e comportamental permitir-nos-á encontrar o nível mais preciso de atividade em cada região do cérebro. Posteriormente, o treino de neurofeedback irá ensinar a criança a recuperar o equilíbrio do seu cérebro, o que significa que a ele/ela propiciará ao cérebro um estado mais ativo e focado enquanto se concentra ou desempenha uma dada tarefa, ou mais relaxado enquanto descansa ou dorme.

Cada criança é única, tal como o seu cérebro. Como tal, uma metodologia universal pode apresentar resultados díspares consoante a pessoa. Assim, avaliamos a capacidade individual da criança, estabelecendo o protocolo apropriado de uma forma inteiramente personalizada. A terapia de neurofeedback é baseada num jogo de computador e em diversão; assim, garantimos que a criança irá divertir-se na sessão de terapia e irá colaborar connosco, obtendo desta forma melhores resultados. Assim, tudo o que precisa de fazer é observar a criança e perceber se ela demonstra algum dos sintomas acima mencionados, entrando de seguida em contato connosco.

O que é o Neurofeedback e como pode ajudar?

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NEUROFEEDBACK – A Terapia Eficaz no Tratamento de PHDA

Numa meta-análise de investigações controladas e randomizadas, o Dr. Jean-Arthur Micoulaud-Franchi e a sua equipa de médicos verificaram que o Neurofeedback por electroencefalograma melhora sintomas de[...] Ver artigo


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É o NEUROFEEDBACK Eficaz no Tratamento do PHDA? Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção (PHDA) é uma perturbação que envolve anomalias cerebrais quer a nível electrofisiológico quer a nível neuroanatómico[...]Ver artigo

Testemunhos

Quando se está perdido, é preciso alguém que nos indique o caminho.

Víamos na Inês empenho, esforço, mas ao mesmo tempo, desapontamento por não ver os seus objetivos atingidos. Desde que iniciou o seu acompanhamento na Neuro Improve, tudo mudou. Com paciência e dedicação, as melhoras na Inês foram evidentes.

Ao fim de 20 consultas, a sua autoconfiança e estima melhoraram muito e ela sentiu-se e foi capaz de evoluir e melhorar nas áreas onde tinha problemas.

Isso traduziu-se nas suas notas escolares, sua atenção e concentração, bem como no comportamento (mais calma). Sem dúvida que a Inês reagiu bem às técnicas e tratamento utilizado mas, sem dúvida, isso não teria acontecido se não fossem eficazes, adequadas e feitas por muito bons profissionais.

Muito obrigado por tudo o que fizeram, pelo carinho e atenção que tiveram com a Inês.

Que continuem a ser um farol no caminho de muitas famílias que possam estar perdidas nos seus problemas.
Francisco Pinheiro

Francisco, Pai da Inês, 7 anos, Hiperatividade

Em primeiro lugar, quero agradecer à equipa da clínica NeuroImprove pelo empenho e dedicação e também pela inovação de novo tratamentos e terapias dados ao meu filho (Vasco) e através dele à minha família também!...

Estou muito feliz, porque vejo mudanças significativas no meu filho, que está com outra postura, auto-estima, confiança e aos poucos a tomar as suas opiniões e decisões, que até aqui, era muito difícil para ele…

Adora cá vir, aceita de bom grado as consultas, mesmo agora de férias em que tem que sair da praia e dos amigos, nunca se recusou a cá vir, é muito gratificante para mim enquanto mãe deste menino grande, apesar dos seus 14 anos, querer ser ajudado e querer ser melhor e evoluir no seu percurso…

Recomendo a todos os pais com filhos com “défice de atenção” a vos procurarem, que vos deixem ajudar e a dizer não aos medicamentos!

Muito obrigada a toda equipa,

Alexandra Martins, Mãe do Vasco, 14 anos, Défice de atenção

Sou mãe de um menino de 9 anos. Aos seis anos notamos que o R. era diferente.
Dificuldade em manter-se sentado e quieto, sempre a abanar as pernas, dificuldade em terminar TPC, em vestir, sempre com a cabeça no mundo da lua, mudanças de humor repentinas. Andou 2 anos em consultas de psicologia, mas as melhoras eram muito poucas.

Chegamos ao diagnóstico “Transtorno de défice de atenção e hiperatividade”. Consultas no hospital de desenvolvimento e começa a tomar um comprimido que ajuda na concentração.

Ajuda? Ajuda, mas só no período em que faz efeito, passado esse tempo o menino continuava como antes. Começa a discriminação por parte dos colegas, claro que sem maldade, mas para esta criança originou em baixa auto estima, tristeza, ter que brincar sozinho porque nunca era escolhido para os jogos porque não conseguia seguir as regras.

Para nós pais uma luta constante sem saber o que fazer.
Depois de muito ler e pesquisar sobre o assunto encontrei a NeuroImprove.

Dúvidas, incertezas, medo, mas para melhorar a vida do nosso filho valia a pena tentar tudo, e ainda bem que tentamos.
O R. iniciou o tratamento de Neurofeedback no dia 30 de Junho de 2016, 2 consultas semanais, era tempo de férias por isso não tomava medicação. Depois de 15/20 sessões começamos, pouco a pouco, a ver a luz ao fundo do túnel, sim a clínica NeuroImprove foi essa luz.
Dia 14 de Setembro inicia as aulas sem medicação e com notórias melhoras. Uma felicidade muito grande para nós pais mas também para ele próprio, sentia-se mais confiante e mais calmo.

Dia 26 de Novembro o R. tem 38 sessões e estamos na reta final de um pesadelo, pode parecer uma situação simples mas no dia a dia não é.

Agradecemos do fundo do coração a toda a equipa da NeuroImprove pelo esforço, atenção, simpatia, principalmente o profissionalismo demonstrado.

O nosso muito obrigado.
Um beijo grande

Sandra, Mãe do Rafael, 9 anos, Défice de atenção

“Após várias tentativas para termos um acompanhamento profissional e dedicado, para ajudarmos o nosso filho a lidar com uma “doença” tão “comum” actualmente, “PHDA”, encontramos na “NEUROIMPROVE” a ajuda que buscávamos.

Sempre atenciosos, sempre compreensivos, sempre carinhosos...enfim, sempre profissionais!!

As melhoras no nosso filho são mais que evidentes e demonstram-se diariamente no seu comportamento e na sua atenção. Ouvi-lo dizer que não queria tomar a Ritalina diariamente, e ter que lha dar era algo que nos magoava profundamente e nos fazia questionar se estávamos a fazer tudo o que devíamos para ajudar o nosso filho.

Apesar de nos termos associado a algumas instituições, frequentado alguns colóquios e reuniões acerca do tema “PHDA”, só aqui encontramos a esperança e a ajuda que todos precisávamos.

É lamentável que neste país se continue a medicar as crianças, as gerações futuras, tornando-as “ritalino-dependentes”, quando no fundo, há soluções como as que a “NEUROIMPROVE” proporciona.

Agradecendo-vos do fundo do coração, resta-nos desejar que continuem o bom trabalho, a enorme dedicação, e confortável carinho que dedicam a pais e filhos, sendo certo que estão a ajudar estas crianças a terem um futuro melhor e mais promissor.

Bem-hajam a todos!!
Alexandre and Carla,

Alexandre e Carla, Mãe e Pai do Pedro, 10 anos, Hiperatividade

O que esperar na avaliação?

  • Iremos avaliar o comportamento da criança na sessão inicial
  • Iremos avaliar a atividade e padrão cerebral da criança com o aparelho de electroencefalograma
  • Iremos analisar e discutir os dados obtidos com uma equipa de especialistas
  • Forneceremos uma informação do estado neurológico da criança
  • Providenciaremos uma proposta de tratamento; face a esta, a decisão de prosseguir ou não com o tratamento será realizada.

 

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